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	<title>SerFreelancer &#187; Iniciar-se</title>
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	<description>Blog com Notícias, Artigos, Dicas e Recursos para Freelancers</description>
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		<title>Será o Freelancer certo para mim?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 09:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaMartelo</dc:creator>
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Todos sabem que o mercado de trabalho está cada vez mais complicado, e há várias opções de trabalho mas todas elas devem passar pela fase da pergunta “Será o certo para mim?”. Pois essa questão também deve ser feita antes de se lançar no mercado Freelancing.
Embora o Freelancing tenha muitas vantagens e regalias, tem também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1587" title="freelancing" src="http://www.serfreelancer.com/uploads/freelancing.jpg" alt="" width="600" height="259" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todos sabem que o mercado de trabalho está cada vez mais complicado, e há várias opções de trabalho mas todas elas devem passar pela fase da pergunta “Será o certo para mim?”. Pois essa questão também deve ser feita antes de se lançar no mercado Freelancing.<br />
Embora o Freelancing tenha muitas vantagens e regalias, tem também muitas desvantagens e complicações, e é isso tudo que tem que averiguar para perceber se está a cometer um erro, ou a iniciar uma boa fase na sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1586"></span></p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Situação do Freelancer</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">A grande vantagem do Freelancing é que o trabalhador pode ser o que realmente quiser ou precisar.<br />
Para ser um bom Freelancer terá que começar por:</p>
<p style="text-align: justify;">- Ver as suas habilidades e capacidades como uma forma de ganhar um dinheiro extra.<br />
- Querer expandir os seus horizontes e aprender sempre coisas novas.<br />
- Querer tornar-se freelancer a tempo inteiro, mas com um risco financeiro o mais reduzido possível.</p>
<p>São apenas três “regras” para que consiga elevar o Freelacing a um nível superior.<br />
O que geralmente acontece são estudantes finalistas que não têm outra hipótese senão lançar-se a nível pessoal, o que nem sempre é o mais fácil. Se é o seu caso, então terá o dobro do trabalho se ainda não fez nada a nível pessoal, pois assim terá que construir toda a sua carteira de clientes de uma forma muito rápida para que não passe nenhum tipo de dificuldades.<br />
Pense bem se está disposto a abdicar de várias horas de sono para a sua promoção, e para conseguir elevar o seu nível para que os clientes o desejem a si em vez de a outro colega, ou mesmo a uma agência.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Instabilidade</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Quando está a trabalhar em empresas ou agências, enfim por conta de outrem, geralmente tem um salário compatível à sua função e com a segurança necessária. Como freelancer, o seu salário não é estável, precisando assim de ser muito disciplinado na forma como gasta o seu dinheiro, e fazer um esforço para estar o mínimo tempo possível sem trabalho.<br />
Embora haja muitas outras vantagens de se tornar um Freelancer, a questão financeira é extremamente importante, já que se não sabe lidar com a instabilidade financeira, o Freelancing não será para si.<br />
Lembre-se que mesmo nos tempos livres terá que pensar sempre de forma comercial, para que nunca o seu trabalho fique estagnado e o seu dinheiro teime em não entrar na conta.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Auto-Motivação</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Ser Freelancer é muito competitivo, e tem uma enorme responsabilidade agregada. Lembre-se que está a tratar da sua vida pessoal e financeira.<br />
Como Freelancer não terá um chefe a chamá-lo à razão, nem a puxar por si, por isso a sua auto-motivação e responsabilidade terão que estar no topo da sua importância.<br />
A maioria dos Freelancer trabalham em casa, e isso pode trazer imensos problemas, já que tem muito mais distracções e tende sempre a atrasar o seu trabalho. A sua motivação está completamente ligada à sua produção e consequentemente ao seu sucesso.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Capacidades e Apetências</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Se acha que as suas capacidades e apetências ainda estão muito verdes, então o Freelancing a tempo inteiro não é mesmo para si. Para que se lance a tempo inteiro no Freelancing é completamente necessário que tenha total confiança no que faz, e na qualidade do seu trabalho. Só assim irá conseguir entregar os projectos tal como os clientes pedem, sem falhas nem atrasos. Não se esqueça que falhas e atrasos vão fazer com que perca clientes, e o que você precisa actualmente é aumentar a sua carteira de clientes e não perdê-los.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Promoção</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Não se esqueça que o Freelancer é “pau para toda a obra”, ou seja, além da sua área de trabalho tem ainda que trabalhar com finanças, marketing e toda a gestão de uma “empresa”. Terá a responsabilidade de elevar o seu trabalho a possíveis clientes de várias formas, dar a conhecer o seu nome e o seu trabalho, e ainda trabalhar no seu trabalho de forma produtiva.<br />
Obviamente que poderá sub-contractar outras pessoas para fazer isso, mas será que possui orçamento para isso, ou o melhor mesmo é aumentar os seus conhecimentos e fazer isso você mesmo?</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Relação com Clientes</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">É muito importante a relação com os clientes para os Freelancers. É importante saber lidar com eles, saber falar para que todos percebam o que quer mostrar, e ainda ter imensa paciência já que todos sabemos que há clientes que são um verdadeiro inferno. Mesmo que não seja algo que faz com facilidade, falar em publico ou com pessoas “estranhas” será uma tarefa quase que diária.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Horários</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Como Freelancer, não terá qualquer tipo de horário pré-definido, o que pode ser realmente uma grande desvantagem, já que terá tendência para duas situações: não trabalha o tempo necessário para ter sucesso, ou trabalha de mais e esquece tudo o resto.<br />
Se não consegue organizar-se de forma a fazer o seu trabalho e ainda a ter tempo para família, amigos e os seus hobbies, então antes de se lançar como Freelancer comece por saber gerir o seu tempo da melhor forma possível. Só assim irá conseguir ter alguma produtividade, aliada a um bom horário de trabalho.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Rede de Contactos</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">O ideal para quem começa no Freelancing, é possuir já uma boa rede de contactos de várias áreas. Se já possui imensos contactos, seja na sua área, seja em áreas complementares já tem a primeira tarefa realizada. Agora só precisa de encontrar os contactos ideais para encontrar os clientes que necessita para lançar o seu negócio.<br />
Se ainda não possui uma boa rede de contactos, então terá o dobro do trabalho e será muito mais complicado, mas não é impossível. Comece nas Redes Sociais, nos Fóruns e nos blogs a fazer algumas amizades e a contactar com possíveis clientes. Mesmo que estes não necessitem actualmente de um Freelancer, certamente que quando necessitarem, vão se lembrar de si e do seu contacto.</p>
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		<title>Cobranças Difíceis</title>
		<link>http://www.serfreelancer.com/cobrancas-dificeis/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 23:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Obter o pagamento de um trabalho efectuado nem sempre é fácil e, por vezes, torna-se mesmo desagradável ou até impossível. Para evitar situações complicadas de cobranças que se podem tornar infernais, podemos recorrer a várias técnicas para aceder ao que é nosso por direito ou para minimizar os efeitos de uma cobrança difícil.

Foto: Flicker.

Flexibilidade
Por vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obter o pagamento de um trabalho efectuado nem sempre é fácil e, por vezes, torna-se mesmo desagradável ou até impossível. Para evitar situações complicadas de cobranças que se podem tornar infernais, podemos recorrer a várias técnicas para aceder ao que é nosso por direito ou para minimizar os efeitos de uma cobrança difícil.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1075/1304503517_c138ecb049.jpg" border="0" alt="Dinheiro do Faz-de-Conta" /><br />
Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/tom_allen/1304503517/">Flicker</a>.</p>
<p><span id="more-1545"></span></p>
<h1>Flexibilidade</h1>
<p>Por vezes os clientes pedem alguma flexibilidade no pagamento. Sermos flexíveis é, tipicamente, uma característica boa, mas por vezes há casos extremos em que a flexibilidade é confundida com fraqueza e torna-se necessário impor-mo-nos de formas menos agradáveis.</p>
<p>Quando os clientes já são conhecidos por serem maus pagadores, devemos ser pró-activos e alterar o nosso modelo de facturação dos pagamentos de forma a ficarmos protegidos contra meses de espera por pagamento que teima em não acontecer.</p>
<h2>Pré-Pagamento</h2>
<p>Uma forma de evitar chatices é efectuar a cobrança antes de iniciar o projecto. Este tipo de solução é bastante inflexível para o cliente, mas quando este é um velho conhecido por ser mau pagador, esta é uma das formas mais seguras de garantirmos o pagamento do nosso trabalho.</p>
<p>Se o cliente se queixar, e provavelmente fá-lo-á, o argumento para esta atitude é simples de justificar, é o custo da sua reputação como mau pagador, se não tivesse essa reputação este tipo de modelo de facturação não seria necessário. Ser franco e directo numa situação destas mostra aos clientes maus pagadores que está ali para trabalhar mas que não aceita não ser pago pelo trabalho efectuado.</p>
<p>Neste modelo é necessário não esquecer que as alterações pedidas após o arranque do projecto devem ser igualmente pagas à cabeça.</p>
<h2>Pagamentos Agendados</h2>
<p>Uma forma mais flexível de pré-pagamento é o agendamento dos pagamentos. Por exemplo, 25% no arranque, 50% a meio e os restantes 25% no acto da entrega. Mas o simples acordo pode não ser suficiente. Peça cheques pré-datados, tantos quantos os pagamentos acordados e cada um com a data do pagamento acordado. Não se esqueça de avisar o cliente uns dias antes de que vai depositar o cheque referente a um determinado pagamento. Esta atenção para com o cliente é, na verdade, uma salvaguarda de que haverá dinheiro disponível para o pagamento.</p>
<p>Ninguém quer ficar na lista negra por um cheque sem cobertura, por isso esta técnica transfere-nos algum poder sobre o cliente. É normal o cliente tentar adiar esses pagamentos, pedindo mais algum tempo. Numa situação destas cabe-nos gerir a situação com bom senso. De novo, a flexibilidade é boa, mas não deve ser vista como uma fraqueza, pelo que esgotado o limite da flexibilidade podemos meter o cheque. Poderá acontecer o caso em que o cliente, se estiver de má fé, pode dar os cheques como perdidos, extraviados ou mesmo roubados. Numa situação deste tipo devemos analisar com muita atenção a nossa cooperação com o cliente, uma vez que está claro que este não se interessa pelo pagamento do trabalho.</p>
<h2>Factoring</h2>
<p><em><a title="Factoring" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fomento_Mercantil#Factoring_em_Portugal" target="_blank">Factoring</a></em> é, <em>grosso modo</em>, um serviço orientado para os problemas das vendas a crédito ou de prazos de pagamento dilatados. Esta solução é fácil de encontrar, quase todas as instituições bancárias possuem serviços de <em>factoring</em>, mas dado que há um custo associado, a sua utilização deverá ser ponderada com especial atenção.</p>
<h1>Situações Extremas</h1>
<p>Por vezes a cobrança atinge situações extremas em que temos também de tomar medidas extremas. Em casos destes já é difícil haver espaço para a flexibilidade, pelo esta poderá dar lugar à intransigência.</p>
<h2>Grite</h2>
<p>Literalmente, grite. Zangue-se com o cliente. Mostre-lhe o seu real descontentamento. Tenha em atenção que:</p>
<ol>
<li>deve ter a razão do seu lado, com factos a suportarem a sua posição, e</li>
<li>nunca deve faltar ao respeito ao cliente.</li>
</ol>
<p>Na verdade, ao contrário do que está acima, não é necessário gritar. Mas deve mostrar o seu desagrado de forma um pouco menos simpática, afinal o assunto é sério e grave e a conversa e a postura devem decorrer de acordo com a gravidade da situação. Por vezes é mesmo necessário fazer &#8220;cara feia&#8221; e essa atitude ajuda a desbloquear situações extremas.</p>
<h2>Pare de Trabalhar</h2>
<p>Um cliente que não paga não é sinónimo de um cliente que não quer ter o trabalho concluído. Quando o cliente se apercebe de que se não pagar não vai obter o trabalho, normalmente efectua o pagamento ou quererá dialogar para chegar a um novo acordo.</p>
<p>Mas dada a gravidade da situação, é necessário avaliar se a atitude se alterará ou o cliente está apenas a tentar mais do mesmo, ou seja mais trabalho sem pagamento. Numa situação destas poderá aceitar recomeçar o trabalho apenas após a consumação do pagamento em falta, ou mesmo avaliar se não está na hora de colocar um ponto final na colaboração.</p>
<h2>Reavalie a Colaboração</h2>
<p>Como visto anteriormente, há situações em que devemos ponderar seriamente a continuidade da colaboração com o cliente. Um cliente que não paga, ou que vai pagar mas muito diferido no tempo e, talvez, a conta-gotas, está apenas a atrasar-nos a vida.</p>
<p>Além de não estarmos a receber, por vezes ainda estamos a gastar em deslocações e alimentação, o que aumenta o saldo negativo para o nosso lado.</p>
<p>Mas o custo de uma situação destas extravasa o valor monetário envolvido. Uma situação destes consome também tempo e muita paciência para suportar e gerir a situação. No caso de sermos mais nervosos pode até existir um custo no que toca à nossa saúde.</p>
<p>Tudo isto somado deverá ser ponderado de forma a verificar se compensa suportar a situação ou se, por outro lado, está na hora de terminar a relação e encontrar outro projecto. Mesmo sem ter projecto, ficar em casa pode ser uma opção mais barata, dado que nos pode baixar custos como os da deslocação e alimentação.</p>
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		<title>Orçamentos em TI</title>
		<link>http://www.serfreelancer.com/orcamentos-em-ti/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 09:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[A ideia geral para efectuar um orçamento  para um projecto chave na mão é bastante simples, basta atribuir um valor por hora e multiplicar  esse valor pelo número de horas para cada tarefa do projecto. O mesmo principio é aplicável a um projecto  que não é fechado, pode aplicar-se um valor por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia geral para efectuar um orçamento  para um projecto chave na mão é bastante simples, basta atribuir um valor por hora e multiplicar  esse valor pelo número de horas para cada tarefa do projecto. O mesmo principio é aplicável a um projecto  que não é fechado, pode aplicar-se um valor por hora a cada tarefa, não se sabendo à partida quantas horas vão ser necessárias.<br />
Para encontrar o número de horas que se vão usar  há que fazer um planeamento ou, no mínimo, uma estimativa credível.</p>
<p>O modelo de orçamento aqui apresentado foca-se nas Tecnologias de Informação (TI), mas não é exclusivo desta área. Na verdade pode ser usado como modelo para quase todas as áreas com as devidas adaptações às particularidades de cada uma.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm1.static.flickr.com/139/353779196_38aca8ee12.jpg" alt="" /><br />
Foto: <a href="http://farm1.static.flickr.com/139/" target="_blank" class="broken_link">Flickr</a></p>
<p><span id="more-1002"></span></p>
<h1>Orçamentar</h1>
<p>De  forma simples, um orçamento costuma fazer-se da seguinte forma:</p>
<ol>
<li>Identificação das tarefas.</li>
<li>Identificação dos tipos de recursos.</li>
<li>Identificação do custo de cada tipo de recurso.</li>
<li>Estimativa de tempo de participação de cada tipo de recurso em cada tarefa.</li>
<li>Para cada tipo de recurso multiplica-se o tempo de participação no projecto pelo seu custo.</li>
</ol>
<h2>TI</h2>
<p>A  forma de encontrar o custo de um tipo de recurso na área das TIs costuma ser bastante  simples. Cada tipo de recurso possui um ordenado base, que dividido por  22 (dias úteis de trabalho por mês) e depois por 8 (horas de trabalho diárias) permite encontrar o valor do seu custo por hora.  Esse valor por  hora é quanto a empresa paga, por hora, a esse recurso. De forma a  ganhar lucro com o projecto, a empresa tem de vender a hora esse recurso  por um valor superior. Este método permite construir uma tabela de  preços que passa a ser a referência para os orçamentos.</p>
<p>Por  exemplo, em <em>outsourcing</em> é normal um recurso ser vendido por três vezes mais do que custa à empresa. No caso dos <em>freelancers</em> o preço por hora é, tipicamente, mais caro do que o de um recurso interno da empresa que efectue trabalho semelhante. Não nos podemos esquecer que os <em>freelancers</em> são, ao mesmo tempo, a empresa e o recurso, têm de pagar o seu ordenado, as suas obrigações fiscais e obter lucro para, como qualquer empresa, poderem crescer e criar um fundo para alturas menos fáceis.</p>
<h2>Construir o Orçamento</h2>
<p>Uma vez estando na posse dos elementos necessários para criar o orçamento, é fácil efectuar as contas numa qualquer folha de cálculo. Identifique as tarefas, estime as horas necessárias para cada tarefa, especifique o preço por hora e multiplique o preço pelas horas. Nos casos em que uma dada tarefa vai ser efectuada por um terceiro, pode indicar apenas o custo final dessa tarefa.</p>
<p>É importante ter algum grau de detalhe nas tarefas orçamentadas, se possível identifique as funcionalidade envolvidas. Esta opção permite ao <em>frrelancer</em> ter flexibilidade no futuro, quer seja na hora da negociação quer seja porque necessita de envolver outro recurso para desenvolver essas funcionalidades, dado que assim terá uma ideia aproximada do custo de fazer <em>outsourcing</em> do desenvolvimento de algumas das funcionalidades.</p>
<h2>Factor K</h2>
<p>É muito provável que o trabalho não possa ser  totalmente executado pelo <em>freelancer</em> e que este tenha de recorrer a  serviços de terceiros, por exemplo fazer tuning a uma BD ou encomendar o  design de um site.<br />
Pode também acontecer que existam algumas coisas  no projecto para as quais o <em>freelancer</em> não possui conhecimento ou  competência necessária e vai ter de optar por comprar esse conhecimento a  terceiros ou então adquirir esse conhecimento.</p>
<p>Todas estas áreas &#8220;desconhecidas&#8221; criam algum desconforto, dado que nem tudo está sob o controlo directo do <em>freelancer</em>, por exemplo o tempo de aprendizagem de algo pode demorar mais do que o inicialmente previsto ou os recursos externos que <em>freelancer</em> contratou podem falhar.</p>
<p>Para minimizar o impacto destas situações, pode-se introduzir um factor K (comummente conhecido como &#8220;factor cagaço&#8221;) em cada uma dessas tarefas.  O factor K costuma variar entre os 10% e os 30%, e aplica-se somando à estimativa inicial a percentagem K dessa estimativa.</p>
<h2>Descontos</h2>
<p>O seu orçamento pode contemplar alguns descontos para determinadas tarefas. Por exemplo, pode ser aplicado um desconto a uma tarefa que não requer nenhuma qualificação especifica. Outro exemplo é efectuar um desconto sobre uma tarefa com a qual não está familiarizado, tal dividirá o custo de aprendizagem entre o <em>freelancer</em> e o cliente, o que é justo dado que o cliente não tem de pagar a aprendizagem do <em>freelancer</em>.</p>
<p>A aplicação de descontos deve ser efectuada com cuidado, dado que podem tirar flexibilidade negocial ao <em>freelancer</em> caso o cliente queira discutir o orçamento.</p>
<h2>Exemplo</h2>
<p>De seguia apresenta-se um exemplo de forma a clarificar e a consolidar o que  foi explicado acima. É de referir que os valores são totalmente aleatórios e  servem o único propósito de ilustração.<br />
Imagine-se que o projecto em  causa é uma loja virtual simples. Para construir a loja virtual vai ser  necessário, de forma simples, efectuar as seguintes tarefas:</p>
<ul>
<li>Levantamento de requisitos</li>
<li> Modelação e arquitectura</li>
<li>Design da base de dados</li>
<li> Design do  site</li>
<li>Programação</li>
<li> Testes</li>
</ul>
<p>Após o planeamento, ou  estimativa, conclui-se que:</p>
<ul>
<li>Levantamento de  requisitos: 56 horas.</li>
<li>Modelação e arquitectura: 48 horas, 40 estimadas mais 20% de factor K.</li>
<li>Design  gráfico: 40 horas.</li>
<li>Adaptação da framework: 20 horas.</li>
<li>Programação da montra: 70 horas.</li>
<li>Programação do backoffice: 70 horas.</li>
<li>Design da Base  de Dados: 32 horas.</li>
<li>Testes: 40 horas.</li>
<li>Gestão, Controlo e  Reporting: 40 horas.</li>
</ul>
<p>Partindo do principio de tem um preço fixo por hora de 20€, o orçamento será:</p>
<ul>
<li>Design Gráfico: 300€, comprado a uma empresa de web design por preço fixo.</li>
<li>DBA  (20€ &#8211; 50% desconto): 48horas x 10€ = 480€, 50% de desconto por aquisição de conhecimento dado que tem de aprender a trabalhar com a base de dados.</li>
<li>Gestão, Controlo e  Reporting (20€ &#8211; 50% de desconto): 25 horas x 10€ = 250€, 50% de desconto por ser uma tarefa sem necessidades de conhecimentos  especializados.</li>
<li>Tudo  o resto: 433 horas * 20€ = 8660€.</li>
</ul>
<p>Somando tudo dá: 9690€.</p>
<h1>Apresentação do Orçamento</h1>
<p>Uma vez construído o orçamento, a sua apresentação não deve ser descurada. Se o orçamento pode ser feito numa qualquer folha de cálculo, não é profissional o envio da mesma via email com uma mensagem do tipo &#8220;<em>orçamento em anexo</em>&#8220;.</p>
<p>Crie um documento específico para a apresentação de orçamentos. Não é necessário nada de complexo nem elaborado. Por exemplo, o documento pode ser constituído por:</p>
<ul>
<li>Uma página de rosto com a identificação do <em>freelancer</em>, do cliente e do projecto.</li>
<li>Se entender que faz sentido ou é relevante, pode incluir uma página que sirva um pouco como cartão de visita, por exemplo pode explicar a missão e os valores. Se for um cliente novo, pode incluir referências a projectos importantes semelhantes. Se pelo contrário for um cliente com o qual já trabalhou, pode fazer referência aos projectos mais importantes que realizou para esse cliente.</li>
<li>Inclua uma pequena explicação do orçamento. Se fez o orçamento baseado num documento do cliente, identifique esse documento como sendo a base para o que vai apresentar.  Se tal fizer sentido pode, por exemplo, explicar os descontos que efectuou por aquisição de conhecimento.</li>
<li>Inclua o orçamento propriamente dito, identificando o tempo e o custo de cada uma das tarefas.</li>
<li>Por fim inclua uma página a referir que o orçamento inclui IVA, ou que o IVA acresce , é válido por determinado período de tempo e, se tal fizer sentido, que é possível arrancar com o projecto a partir de determinada data.</li>
</ul>
<p>Crie um PDF do documento em causa e envie-o ao cliente. Se o mesmo seguir por email, seja breve na mensagem mas deixe claro que espera uma resposta por parte do cliente, dado que não há nada pior do que a incerteza nestes casos.</p>
<h1>Negociação</h1>
<p>Se tudo correr bem, o cliente quererá falar com o <em>freelancer</em> e muito possivelmente um dos assuntos será a negociação do orçamento.</p>
<p>Esta situação é normal e requer alguma flexibilidade de forma a  conseguir  baixar o preço final do projecto sem nunca comprometer o  planeamento nem  o lucro. Para as empresas este tipo de &#8220;ginástica&#8221; é  facilmente conseguido  usando truques simples como cobrar o valor de um  júnior por um sénior ou  reduzir o factor de multiplicação do valor por  hora. Um <em>freelancer</em> pode optar por outras estratégias, como por  exemplo oferecer um valor mais baixo por hora em tarefas cujos  conhecimentos técnicos são menos diferenciados ou oferecendo um desconto  de 50% nas tarefas onde ainda não tem o conhecimento necessário,  repartindo assim o custo de aprendizagem com o cliente. Pode negociar deixar de fora algumas tarefas ou funcionalidades para uma futura versão, isso vai baixar o custo final do projecto e muita vezes o cliente aceita esta situação dado as mesmas não são relevantes para a primeira versão.</p>
<p>Seja qual for a  estratégia, o valor a cobrar nunca pode ser inferior  ao  valor de custo, pois caso contrário estamos a perder  dinheiro.<br />
Por vezes existe a tentação de assumir um projecto com prejuízo, de  forma assumida e consciente, quando o projecto em causa é estratégico  para o freelancer, por exemplo este quer mesmo entrar numa determinada  área de negócio ou quer pôr um pé num  determinado cliente. Esta opção é  vista como uma estratégia e um  investimento, recuperando o dinheiro  investido ao longo do tempo,  através de outros futuros projectos ou  através da manutenção e suporte  do projecto em causa. Esta estratégia  requer bastante cuidado, uma vez que existe o risco do cliente não  concordar com a subida de preço nos projectos seguintes ou simplesmente  de ser <em>price driven</em> e uma vez findo o projecto vai de novo à  procura de quem faça mais barato.</p>
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		<title>Let&#8217;s Freela!</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 16:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MoisesBertges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não importa qual tipo de freelancer você seja, as regras são as mesmas. 
Ser um freelancer, dentre tantos atributos, exige muita disciplina e organização!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-898" style="margin: 20px;" title="mfb-freela." src="http://www.serfreelancer.com/uploads/mfb-freela..jpg" alt="" width="252" height="336" /></p>
<p>São 22h30, aqui no Brasil. Acabo de finalizar uma ilustração para o trabalho de conclusão de curso de uma amiga.<br />
Digito &#8220;freelancer&#8221;, assim mesmo, entre aspas, no maior site de buscas do mundo e me aparece uma informação<br />
dizendo que em 0,20 segundos o site encontrou aproximadamente 25 milhões de resultados para freelancer.</p>
<p>Destes, 411 mil páginas estão escritas em português, sendo 250 mil do Brasil.<br />
Navego então pelos resultados, motivado em aprender mais e a compartilhar experiências com outros freelancers que, assim como eu, acabaram por escolher trabalhar por sua conta e risco e sabem que existem muitos caminhos a percorrer até conseguirem uma boa estabilidade financeira neste mercado cada vez mais concorrido.</p>
<p>Creio eu, o fundamental no início desta longa jornada, é possuir uma boa rede de amigos profissionais em áreas compatíveis as suas, fazer bons trabalhos para bons clientes (o que não significa necessariamente clientes de grande porte) e ir consolidando o seu nome no mercado.</p>
<p>Existem, resumidamente, 3 fatores que geram a inicialização de um freelancer. São elas: &#8220;oportunidade&#8221;, &#8220;necessidade&#8221; ou &#8220;coincidências&#8221;.<br />
<span id="more-893"></span><br />
Ou seja, uns começam por precisarem gerar mais capital (uma renda extra) ou por estarem sem emprego.<br />
Outros acabam recebendo um convite aqui, outro ali e, quando vêem, já estão bem engajados e com alguns clientes que solicitam trabalhos com uma boa frequência.</p>
<p>Mas, não importa de qual tipo você seja, as regras são as mesmas.<br />
Ser um freelancer  exige uma motivação frequente para conseguir enfrentar todas as variações do mercado (horas em crise, horas estável e horas em alta).  Além de uma excelente lógica financeira para sobreviver neste mundo de altos e baixos, com prazos irrisórios e clientes de tudo quanto é tipo.</p>
<p>Uma óptima dica, onde infelizmente tive que errar muito até aprender, é sempre trabalhar com contrato assinado, só assim você terá uma real garantia de que no final irão cumprir com o acordo.<br />
Recentemente levei um golpe de uma empresa que me contratou para tirar fotos de uma formatura no ano passado e não me pagaram até hoje.</p>
<p>Baseie sempre suas relações com o cliente no respeito. Seja humilde, porém não deixe que isto se torne uma oportunidade para cancelarem o contrato<br />
ou falarem mal do seu trabalho. Seja sempre profissional, fale e se porte como um. Com segurança, sempre.</p>
<p>Então, se você quer fugir do &#8220;stress&#8221; do trânsito, trabalhar em casa, ter horários mais flexíveis e aproveitar mais esta crescente tendência, é de suprema importância estar bem informado sobre os prós e contras, manter-se bem preparado e atento às principais mudanças nos mais diversos campos que actuam directa e indirectamente na sua área.</p>
<p>Sempre com muita disciplina e organização, as principais características de um bom profissional.</p>
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		<title>Objectivo: Clientes</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Encontrar Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciar-se]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[erros freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[relação com clientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se inicia uma actividade por conta própria a tarefa mais difícil e crítica para o nosso sucesso são os clientes, dado que sem estes não há trabalho. Como encontrar clientes é a pergunta que se impõe de imediato.
Na actividade de freelancer, em especial quando se inicia a actividade, é comum um cliente ser insuficiente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se inicia uma actividade por conta própria a tarefa mais difícil e crítica para o nosso sucesso são os clientes, dado que sem estes não há trabalho. Como encontrar clientes é a pergunta que se impõe de imediato.</p>
<p>Na actividade de freelancer, em especial quando se inicia a actividade, é comum um cliente ser insuficiente. A razão é simples, a cadência entre trabalhos pode não ser a suficiente, ou a desejada, por isso deixo aqui algumas estratégias para angariação de clientes.</p>
<h1>Erros Comuns</h1>
<p>Antes de mais, é necessário evitar alguns erros comuns, em especial no inicio:</p>
<ul>
<li><strong>Não comece por criar um web site</strong>: se está a arrancar, não crie um web site que ninguém, além de si e dos seus amigos, vai realmente ver após deixar de ser novidade. Ninguém lhe vai telefonar com um projecto pelo simples facto de estar presente na Interent, a necessidade de um web site vem muito mais tarde quando já se tem alguma reputação e portfólio. Se faz mesmo questão de ter uma presença na Internet, crie uma conta no LinkedIn e use-a como cartão de visita.</li>
<li><strong>Não aposte num fórum:</strong> não invista tempo a responder a questões num fórum na esperança de ganhar notoriedade ser contactado para um projecto. Os fóruns são locais de discussão e não locais de contactos profissionais.</li>
</ul>
<p><span id="more-566"></span></p>
<ul>
<li><strong>Não fique no limbo:</strong> quando contactar com alguém não aceite um &#8220;talvez&#8221; como resposta. Um &#8220;talvez&#8221; é a pior resposta que pode ter, fica na zona cinzenta e é necessário esclarecer se a mesma será um &#8220;sim&#8221; ou um &#8220;não&#8221;. Ficar na expectativa de que o cliente o contacte é perca de tempo. Quando achar conveniente, pegue no telefone e esclareça a situação, se o &#8220;talvez&#8221; se arrastar por algum tempo, encare-o como um &#8220;não&#8221; e siga em frente.</li>
<li><strong>Não faça tudo:</strong> no inicio a tentação de aceitar todo e qualquer projecto é grande, mas não deve aceitar projectos nos quais não se sente à vontade. Aceitando projectos apenas para os quais já tem qualificações elimina a probabilidade do projecto correr menos bem e do cliente ficar insatisfeito. Esta situação é sempre indesejável, mas as suas consequências podem ser mais graves quando estamos a arrancar dado que não queremos perder uma percentagem significativa dos nossos poucos clientes.</li>
<li><strong>Honorários não são um factor diferenciador:</strong> os  honorários de um freelancer são um factor de escolha, mas nunca devem ser um factor diferenciador. Não se tente distinguir da concorrência pelo preço, distinga-se por factores realmente importantes, como por exemplo a especialização numa determinada área ou técnica. A tentação de ter preços muito baixos para conseguir clientes é enorme, em especial no inicio, o que por vezes se revela um erro enorme dado que de ai em diante vai ser muito difícil conseguir negociar novos preços, em especial se o tentar fazer logo ao segundo ou terceiro trabalho.</li>
</ul>
<p>Não desperdice o seu tempo a pensar nestes erros comuns, use-o de forma activa na estratégia de encontrar clientes.</p>
<h1>Foco</h1>
<p>Para encontrar os seus clientes, primeiro tem de saber quem são, onde os encontrar e como corresponder às suas necessidades:</p>
<ol>
<li> Quem são exactamente os seus clientes?</li>
<li> Onde vão eles procurar soluções para os seus problemas?</li>
<li>Onde encontrar pessoas que tenham problemas e andem à procura de quem os solucione?</li>
<li>Como corresponder às necessidades de quem tem um problema?</li>
</ol>
<p>A maioria das pessoas e organizações não quer comprar os seus serviços, mesmo que tenha um problema para o qual você tem uma solução.  Muitas organizações preferem continuar a viver com o problema do que comprar a solução, esta é a dura realidade. É muito difícil vender um serviço, mas há algures algumas, poucas, pessoas e organizações que estão dispostas a contratar os seus serviços. A sua função é encontrar essas organizações e convencê-las a comprar os seus serviços.</p>
<p>É aqui que deve estar 100% focado no inicio da sua actividade.</p>
<h1>Posicionamento</h1>
<p>Encontre o seu posicionamento no mercado de forma clara e incisiva. Faça-o tendo em conta a sua especialização. Não o faça de forma lata ou genérica, pois ai será apenas mais um no seu ramo e não se distinguirá da concorrência.<br />
Se não sabe como se posicionar, liste tudo o que sabe fazer e corte tudo o que é genérico e que todos sabem fazer. Foque-se na sua especialidade de forma a que quando lhe perguntarem o que faz a sua resposta tenha poucas palavras e seja clara.</p>
<p>A título de exemplo, se me perguntarem o que faço não respondo que faço consultoria informática, isso é um erro dado que há centenas de outras pessoas e empresas que fazem o mesmo, não me destaco, sou só mais um e não despertei qualquer interesse em saber mais sobre mim a quem me fez a pergunta. A resposta que dou sempre é &#8220;<em>sou especialista em migrações de dados</em>&#8220;. Esta resposta, clara, simples e concisa, mostra que tenho conhecimentos específicos e valiosos para os clientes. Esta resposta desperta sempre curiosidade e interesse, pelo que é precedida de outras questões, tornando-se assim numa pequena e agradável conversa que costuma terminar com a entrega do meu cartão de visita.</p>
<p>É muito importante saber posicionar-se no mercado, foque-se num nicho e explore-o:</p>
<ul>
<li>Não seja só mais um fotografo, se tem experiência com animais, seja um &#8220;especialista em fotografia de animais domésticos&#8221;;</li>
<li>Não seja só mais um pintor, se se foca a pintar cidades, seja um &#8220;artista de paisagens urbanas&#8221; ;</li>
<li>Não seja só mais um explicador de matemática, se costuma fazer &#8220;milagres&#8221; com maus alunos a trigonometria, seja um &#8220;salvador de más notas a trigonometria&#8221;;</li>
</ul>
<p>Os exemplos acima são, obviamente, coloridos. Mas servem o propósito de exemplificar que com um posicionamento especifico e claro distingui-mo-nos todos e mostramos que não somos só mais um.</p>
<h3>Não basta parecê-lo, há que sê-lo</h3>
<p>Não basta afirmar que somos bons, há que estar preparado para o provar sempre que necessário.<br />
Treine o seu discurso sobre o que o tem de tão especial. Treine as respostas às questões mais comuns sobre o tema onde é bom. Esteja preparado para mostrar algumas credenciais como prova, muitas vezes bastam apenas referências a projectos que tiveram mais visibilidade.<br />
Desta forma quando cativar a atenção do cliente terá um discurso claro, simples e incisivo, mostrando que sabe do que está a falar e transmitindo uma sensação de confiança e profissionalismo a quem o ouve.</p>
<h3>Mas com um posicionamento especifico não estamos a limitar as nossas opções?</h3>
<p>Não. O nosso posicionamento permite-nos distinguir da concorrência, mostrar onde realmente somos bons e onde fazemos a diferença.</p>
<p>Mas o nosso posicionamento não limita a nossa actividade. É claro que um fotografo com experiência em animais domésticos também fará outros trabalhos de fotografia, da mesma forma que um explicador de matemática domina outras matérias.</p>
<h3>Mas eu estou a começar agora e não tenho experiência, como devo fazer?</h3>
<p>Quando não existem credenciais para apresentar é necessário ajustar esta estratégia. Escolha o seu posicionamento e trabalhe para ser um especialista nessa área.<br />
Não pode apresentar-se como sendo um especialista, é um facto, mas nada o impede de apresentar a sua vontade de se especializar em determinada área. Pode fazê-lo mostrando ambição e vontade de trabalhar para chegar ao topo.<br />
Por exemplo, se gostava de ser administrador de bases de dados DB2 em Unix, pode apresentar-se como &#8220;grande interessado em especializar-se na administração de bases de dados DB2 em sistemas Unix&#8221;. Dado que não tem credenciais para mostrar, pode, por exemplo, referir que inclusive montou um sistema em sua casa para explorar, testar e aprender a dominar o sistema. Note-se que o que quer que diga deverá ser verdade, ou seja, as suas credenciais deverão corresponder às acções que está a realizar para atingir o seu posicionamento.</p>
<p>Ao fim de algum tempo de certo encontrará o seu lugar. Não tenha medo de se reposicionar, isso faz parte da vida. Todas as empresas que querem continuar fazer negócio têm de se ajustar às alterações do mundo que as rodeiam, e o reposicionamento faz parte dessa adaptação.</p>
<h1>Procurar Clientes</h1>
<p>Tendo o nosso discurso alinhado, é hora de começar a procurar clientes.<br />
Sabendo o que somos e o que queremos, é bem mais fácil focar-mo-nos na procura.<br />
Foque-se no seu posicionamento e procure nos locais onde a sua especialidade vai ser valorizada. Por exemplo, se fotografa animais domésticos procure em locais onde as pessoas com animais domésticos se encontrem, como em associações de amigos dos animais, veterinários, lojas de animais, concursos de gatos, etc.. Se dá explicações pode contactar ATLs, centros de explicações e até associações de pais ou de alunos.</p>
<p>A estratégia para o contacto pode variar, em especial poderá ser especifica de acordo com a área de trabalho. Pode deixar panfletos numa loja de animais ou pode conversar directamente com os donos dos mesmos numa exposição canina, por exemplo. Pode até tirar algumas fotos de graça e envá-las por email aos seus donos. Não se esqueça de referir os seus contactos e serviços no email, mas não ceda à tentação de escrever mais de 3 linhas de publicidade, afinal o seu posicionamento já é suficientemente claro para quem o ler saber o que faz.<br />
Pode até fazer uma parceria com uma associação de amigos dos animais onde oferece um desconto aos seus associados se a associação enviar o seu contacto junto com a carta da próxima mensalidade.</p>
<h3>Feedback</h3>
<p>O contacto pessoal é um caminho excelente a seguir. Isto deve-se ao facto de que durante a conversa é comum se pode aperceber de certos problemas e soluções que o cliente vai referindo. Outra razão pela qual o contacto directo é interessante, em especial no inicio, tem a ver com o feedback que podemos pedir a quem nos diz &#8220;não&#8221;.<br />
Se o contacto for via email, provavelmente não obteremos resposta, mas num contacto directo podemos questionar o porquê de não querem contratar os nossos serviços. Este feedback é valiosíssimo, dado que nos permite ajustar a nossa oferta às necessidades do mercado.</p>
<h3>E depois do Sim?</h3>
<p>Quando tiver um cliente que diga &#8220;sim&#8221;, faça um bom trabalho.<br />
Não há nada melhor do que apresentar um bom trabalho e deixar um cliente contente.<br />
No final e peça-lhe uma recomendação. As recomendações são valiosas, em especial no inicio, quando tiver duas ou boas três recomendações terá uma boa base de credibilidade para sustentar o seu posicionamento e assim convencer novos clientes.</p>
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		<title>Testemunho – Carlos Loff – Fotógrafo e Formador Freelancer</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 09:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaMartelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciar-se]]></category>
		<category><![CDATA[carlos loff]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[testemunho real]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá a todos, sou o Carlos Loff &#8211; Fotógrafo e Formador de Workshops de Fotografia, tudo em regime Freelancer, já há 1 ano a tempo inteiro, ou seja, Freelancer a sério e não de fim de semana !!!
Mais do que dissertar sobre o meu dia-a-dia, procurarei referir aqui as principais vantagens e desvantagens de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="Carlos Loff" src="http://www.serfreelancer.com/imagens/carlosloff.jpg" alt="" width="183" height="128" />Olá a todos, sou o <strong>Carlos Loff &#8211; Fotógrafo e Formador de Workshops de Fotografia</strong>, tudo em regime <strong>Freelancer</strong>, já há 1 ano a tempo inteiro, ou seja, Freelancer a sério e não de fim de semana !!!</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que dissertar sobre o meu dia-a-dia, procurarei referir aqui as principais vantagens e desvantagens de ser Freelancer e depois os pontos e estratégias principais da minha experiência, traduzidos em dicas úteis para quem quer começar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vantagens de ser Freelancer: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Não temos patrão – Teoricamente podemos fazer o que queremos, como queremos e quando queremos.<br />
- Somos donos do nosso tempo livre, quer para executar, quer para conceber novas ideias, projectos e serviços.<br />
- Podemos acabar por ter mais clientes individuais, particulares, que aceitam pagar antes ou logo a seguir ao trabalho feito.<br />
- Quando fazemos bons negócios ficamos com todo o lucro só para nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desvantagens: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Não há ordenado certo ao fim do mês e nada nos garante em absoluto que um mês muito bom não seja seguido de 3 muito maus.<br />
- Andamos sempre a adiar as férias e dias livres, primeiro porque quando paramos o dinheiro não entra e depois porque os clientes contratam sempre à última da hora e se recusarmos passam para outros freelancers e já não voltam.<br />
- Podemos acabar por ter mais clientes colectivos (empresas ou instituições) que, na hora de pagar o trabalho já feito, acham que o nosso Senhorio ou o Talho podem esperar 3 a 6 ou até bem mais meses até finalmente nós lhes pagarmos a renda e os bifes, respectivamente.<br />
- Quando fazemos maus negócios ficamos com todo o prejuízo só por nossa conta.<br />
Ora vamos lá então, por partes, ao processo de se tornar freelancer a sério, procurando ser abrangente e não especificar demasiado para a Fotografia:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-282"></span></p>
<h1 style="text-align: justify;">1 &#8211; Iniciar-se:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Ter suficientes pedidos que nos sustentem leva mais tempo do que imaginamos e o Sr. &#8220;Fim do Mês&#8221;, ao contrário dos assalariados que o recebem como &#8220;Salvador&#8221;, adquire para nós, que ganhamos no dia-a-dia, apenas a figura de &#8220;Cobrador&#8221; e chega sempre num instante.<br />
- É fundamental atravessarmos primeiro a fase de Freelancer de Fim-de-semana, adquirindo experiência e até fazendo borlas, para adquirirmos portfolio, contactos e curriculum.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2 &#8211; Lançar-se:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Chega sempre uma altura crítica, como na partida de um avião no asfalto da pista, em que se queremos mesmo começar a voar teremos de entrar numa velocidade cruzeiro, um ponto de não retorno.<br />
- Existe um momento em que temos de estar completamente livres, para aceitarmos trabalhos a qualquer dia da semana e a qualquer hora do dia, pois se tivermos outros compromissos laborais rapidamente começamos a recusar clientes e nunca conseguiremos agarrar os suficientes para nos impormos e sustentarmos, especialmente em Portugal onde cada Cliente é quase sempre um precioso e secreto tesouro a proteger.<br />
- É então nesse maravilhoso dia que escrevemos a carta de despedimento, sentimos umas asas a brotar das costas e mandamos os Patrões à fava, que se enriqueçam à custa do suor e sangue de outros.</p>
<h1 style="text-align: justify;">3 &#8211; Mercado:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Em Portugal não há mercado, é uma pura ilusão, isto é uma aldeia pequenina onde reinam as cunhas e as casinhas, sendo possível impormo-nos apenas muito lenta e cuidadosamente e onde temos de tratar muito bem cada precioso cliente, que normalmente volta.<br />
- Acaba por haver um misto de boas novas oportunidades e os habitués com que felizmente podemos ir contando.</p>
<h1 style="text-align: justify;">4 &#8211; Clientes</h1>
<p style="text-align: justify;">- Os clientes não nos contactam só porque nós existimos e nem quando nos publicitámos activamente ou dirigidamente junto deles.<br />
- Os pouco abundantes Clientes dos Freelancer contactam-nos porque precisam e decidiram só naquele momento andar à procura. Cada freelancer vai construindo e acarinhando a sua carteira de clientes muito pouco a pouco, pois tendem a fidelizar-se e preferem freelancers em quem já confiam do que andar nas inseguranças de novos contactos.</p>
<h1 style="text-align: justify;">5 &#8211; Publicidade</h1>
<p style="text-align: justify;">- Pelas razões apontadas no ponto 4, é preferível concentrar esforços na Internet, quer através de um bom site, quer através de anúncios grátis, fóruns, redes sociais e também de sistemas do tipo Google Maps ou Add Words.<br />
- Os cartazes, flyers, anúncios nos jornais, cartas e faxes e até bater às portas &#8211; são opções em que o muito dinheiro e tempo investidos não compensam minimamente algum eventual e fortuito feedback &#8211; esqueçam isso, vai tudo para a gaveta ou lixo e quando finalmente precisam &#8211; lá vão eles à Net.</p>
<h1 style="text-align: justify;">6 &#8211; Preços Competitivos:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Tudo tem um preço de tabela de mercado e por alguma razão será.<br />
- Devemos estudar bem a concorrência e estar preparados para oferecer pelo menos tanto como eles ou mais.<br />
- Mas não pensem que lançar preços bem abaixo da tabela vos vai safar, pois rapidamente vão perceber que estão atolados em pequeninos e incontornáveis extras e assuntos pendentes, com que não contavam, sem tempo para respirar e a ganhar pouco para o esforço dispendido.<br />
- Mais vale menos trabalhos, bem caprichados e bem pagos, embora seja preferível nã subir demais e manter os preços competitivos, fundamental na &#8220;Aldeia Portugal&#8221;.</p>
<h1 style="text-align: justify;">7 &#8211; Imagem:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Roupa &#8211; Cartão-de-visita – Carta com Logo &#8211; Site &#8211; Embalagens de entrega, etc &#8211; são muito importantes, quer nos meios de captação, quer no &#8220;embrulho&#8221; do produto final, pois o Freelancer não inspira a mesma garantia e confiança de uma loja ou empresa com tradição e porta aberta.<br />
- Assim, devemos transpirar qualidade e profissionalismo em todos os aspectos possíveis, mesmo que tal encareça um pouco o nosso produto final.</p>
<h1 style="text-align: justify;">8 &#8211; Profissionalismo:</h1>
<p style="text-align: justify;">- É a Chave do Sucesso e um pequeno trabalho, uma vez aceite, deve ser tão cuidadosamente executado como um grande, especialmente neste país onde o boca-a-boca é vital.<br />
- Ser pontual nos encontros, cumpridor nos prazos, nos procedimentos e no produto prometido, nunca defraudar um cliente em nenhum destes aspectos.<br />
- Se tivermos que lidar com terceiros que nos podem deixar pendurados face a um cliente então avisamos o cliente que pode haver atrasos, o importante é prometer e garantir APENAS o que sabemos estar ao nosso alcance e definir com clareza todos os passos, preços e datas do serviço.<br />
- É para isto que servem as reuniões prévias &#8211; Esclarecimento detalhado do que se vai realizar, Negociação e Compromisso, sem falhas.</p>
<h1 style="text-align: justify;">9 &#8211; Simpatia:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Há Clientes e Clientes, podemos sugerir e até criticar construtivamente se tal nos for pedido, mas é indispensável ser sempre paciente e condescendente para com os gostos e opções dos demais, eles é que estão a pagar.<br />
- Também devemos oferecer sempre dois bónus a mais que a concorrência, um indicado logo à partida, para nos destacarmos (no meu caso por exemplo, junto às fotos um slideshow das mesmas, que podem enviar por e-mail); assim como outro bónus inesperado e nunca mencionado (por exemplo, algumas imagens não pedidas, cópias em versão Preto e Branco). É sempre mais uma surpresa extra e agradável na hora de pagarem; toda a gente gosta de se sentir especial e contemplada com pequenas atenções.</p>
<h1 style="text-align: justify;">10 – Cobranças:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Muito cuidado, a tendência dos Clientes é sempre para demoras e adiamentos dos pagamentos, o que se pode tornar muito grave quando para fazermos novas encomendas ser necessário investir em novos materiais.<br />
- Especialmente com clientes particulares, deve-se pedir metade do total antes do trabalho e depois o resto na entrega, é sempre justificável e o Cliente irá compreender.<br />
- Eu prefiro perder novos clientes que não concordem com isto do que ter muitos e depois não receber ou receber muito tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">E por agora chega, espero em breve voltar a postar mais detalhadamente sobre assuntos específicos e até, porque não, contar algumas peripécias mais ou menos divertidas !!!</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter sido útil e esclarecedor e resta-me agradecer a oportunidade à <strong>Ana Martelo</strong>, hajam muitos empreendedores/as como tu &#8211; Obrigado</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E SE UM DIA TIVEREM CORAGEM DE BATER AS ASAS &#8211; BOA SORTE PRA VOCÊS !!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carlos Loff</strong> – Email – <a href="mailto:admin@carlosloff.com" target="_blank">admin@carlosloff.com</a> /  Tel. 91 078 14 17 <strong>– Fotógrafo Freelancer</strong> – <a href="http://www.carlosloff.com/" target="_blank">www.carlosloff.com</a> / <strong>Formador de Workshops</strong> – <a href="http://www.meetup.com/clicsboa/pt" target="_blank">www.meetup.com/clicsboa/pt</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>As Legalidades de Se Tornar um Freelancer em Portugal</title>
		<link>http://www.serfreelancer.com/as-legalidades-de-se-tornar-um-freelancer-em-portugal/</link>
		<comments>http://www.serfreelancer.com/as-legalidades-de-se-tornar-um-freelancer-em-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 10:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaMartelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iniciar-se]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[recibos verdes]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhar por conta propria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.serfreelancer.com/?p=173</guid>
		<description><![CDATA[

Já escrevi aqui as razões para se tornar freelancer, e até já saiu uma notícia nos media sobre a isenção do IVA nos recibos verdes. Agora há assuntos um pouco mais sérios que devem ser falados, e esclarecidos para ajudar a legalizar todos os Freelancers independentemente da área em que trabalham.
Sendo assim, e com ajuda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 20px;" title="Dinheiro" src="http://www.serfreelancer.com/imagens/dinheiro.jpg" alt="" width="332" height="221" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Já escrevi aqui as <a href="../razoes-para-se-tornar-freelancer/" target="_blank">razões para se tornar freelancer</a>, e até já saiu uma notícia nos media sobre a <a href="../recibos-verdes-isencao-do-iva-esta-em-risco/" target="_blank">isenção do IVA nos recibos verdes</a>. Agora há assuntos um pouco mais sérios que devem ser falados, e esclarecidos para ajudar a legalizar todos os Freelancers independentemente da área em que trabalham.<br />
Sendo assim, e com ajuda do Paulo Faustino do <a href="http://www.fique-rico.com/" target="_blank">Fique-Rico</a> e do <a href="http://miguelalho.com/" target="_blank">Miguel Alho</a>, irei mostrar aqui como <a href="http://www.fique-rico.com/2008/06/30/os-procedimentos-legais-de-se-tornar-um-freelancer/" target="_blank">ganhar dinheiro</a> legalmente com a profissão de Freelancer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A abertura de actividade é um processo relativamente simples, pode ser feito num balcão das finanças, levando consigo o Número de Identificação Fiscal e o Número de Bilhete de Identidade (ou Passaporte).</p>
<p style="text-align: justify;">Como não existe a profissão [com a designação] “Freelancer”, irá ter que abrir actividade consoante o tipo de serviços que preste, ou seja, se é Designer irá abrir actividade como Designer, se é escritor irá abrir actividade como escritor e assim sucessivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span id="more-173"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As designações estão listadas em tabelas proprias, e com duas categorias : Código da CIRS (código númerico da tabela de actividades do Codigo de IRS) e o CAE (para actividades de rendimentos profissionais, comerciais e industriais). Se prestares serviços apenas, teras á partida um código da CIRS; se tiveres vendas, certamente terás um CAE. Podes também ter um primário e secundário. Escolhe bem, (e se tiveres diversas actividades, tente algo mais generico) para n ter nenhum problema futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.e-financas.gov.pt/ajuda/DGCI/P1011_2001.pdf" target="_blank">http://www.e-financas.gov.pt/ajuda/DGCI/P1011_2001.pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://metaweb.ine.pt/sine/caer3.htm" target="_blank">http://metaweb.ine.pt/sine/caer3.htm</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O passo seguinte é a aquisição de um livro de recibos para que possa passar os recibos dos trabalhos que realizar, pode ser adquirido no balcão, tem <strong>50 recibos verdes</strong> e um custo de <strong>3,50€.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro ano de recibos verdes, o freelancer tem <strong>isenção do pagamento à Segurança Social</strong>, o que para os Freelancers que estão no inicio de actividade é muito bom pois não têm um valor (elevado) a pagar todos os meses, quando nem sempre há trabalho. Uma boa solução, é abrir actividade apenas quando os clientes começarem a requerer muitos serviços, ou seja, quando a nossa actividade já esteja formada e com clientes habituais, para que não seja um ano de isenção com pouco trabalho.<br />
Para aqueles que têm outra actividade (por exemplo, emprego fixo numa empresa, e o freelancing seja um part-time) o pagamento a Segurança Social será sempre feito pela empresa, logo a abertura de actividade como freelancer nunca terá que pagar pois o seu outro emprego já paga essa tributação. E caso o rendimento por conta de outrem seja superior ao salário minimo nacional, o pagamento da prestação de para a Segurança social é feita pela entidade empregadora, exclusivamente.</p>
<p>Para já, e dado que a lei ainda não foi aprovada, aqueles que tiverem um facturação inferior a 10.000€ anuais, tem isenção do IVA. Para facturações anuais superiores, é aplicável o regime do IVA a 20%. Qualquer preço definido neste regime deve ser marcado como SEM IVA – deve indicar o valor e indicar que acresce iva ao valor. O IVA é SEMPRE ACRESCENTO.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;" title="Finanças" src="http://www.serfreelancer.com/imagens/financas.jpg" alt="" width="560" height="254" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quer tenham facturação superior ou inferior a 10.000€, terão que fazer a retenção na fonte e apresentar as declarações de IRS cada ano. A melhor solução para evitar surpresas no final é realizar a retenção na fonte sempre que passar um recibo. Ou seja, o valor é 50€. Acresce 20% de iva e retem 20% na fonte. O freelancer recebe 40€ + 10 de IVA (que nunca é dele).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No final do primeiro ano</strong> começa a ser obrigatório o <strong>pagamento mensal a Segurança Social</strong>, que é feita através de vários escalões consoante aquilo que factura. Esse valor é calculado com o valor de facturação anual, dividido por 12 meses. É óbvio que o Freelancer não sabe quanto vai ganhar em cada mês, pois não é fixo, mas esse valor deverá ser uma estimativa e de preferência o mais certa possível para que não haja surpresas no final.<br />
Na prática, imagine que tem uma facturação anual de 7.000€, dividindo por 12 meses, terá uma facturação mensal de 583,33€ o que o engloba no escalão 1.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem os seguintes escalões:<br />
1.º           € 596,79<br />
2.º           € 795,72<br />
3.º           € 994,65<br />
4.º           € 1.193,58<br />
5.º           € 1.591,44<br />
6.º           € 1.989,30<br />
7.º           € 2.387,16<br />
8.º           € 3.182,88<br />
9.º           € 3.978,60<br />
10.º        € 4.774,32</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de contribuições para a Segurança Social, é aplicada uma taxa de 25,4% a trabalhadores independentes em geral. Ou seja, se estimar um valor de 500€ mensais, irá pagar a Segurança Social cerca de 127€ mensais. Em resumo, quanto menos facturar, menos irá praticar. Mas é preciso ter em atenção que qualquer subsídio (baixa, maternidade, etc) é calculado em função do valor do escalão em que se insere. (é claro que queremos é ganhar mais dinheiro, mas consequentemente teremos de pagar mais)<br />
O pagamento desse montante é feito até ao dia 15 de cada mês, por meio de MultiBanco, no balcão dos CTT ou nos serviços das Finanças (Tesouraria).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para quem está a começar e já tem imenso trabalho é aconselhável fazer uma gestão muito boa das suas contas para que no final do ano não haja uma surpresa, uma boa solução é ter um contabilista a ajudar nessa gestão, ou pedir a ajuda a alguém que tenha mais experiência.</p>
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		<title>A primeira impressão, a mais importante de todas!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 09:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaMartelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Quando o Freelancer está constantemente a procura de novos projectos e novos trabalhos, tem que contactar seja via Internet ou pessoalmente com clientes praticamente todos os dias (ou pelo menos essa é a ambição de todos os Freelancers). Sendo assim toda a gente sabe que a primeira impressão, a primeira reunião é meio caminho para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="Primeira Impressão" src="http://www.serfreelancer.com/imagens/primeiraimpressao.jpg" alt="" width="313" height="199" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando o Freelancer está constantemente a procura de novos projectos e novos trabalhos, tem que contactar seja via Internet ou pessoalmente com clientes praticamente todos os dias (ou pelo menos essa é a ambição de todos os Freelancers). Sendo assim toda a gente sabe que a primeira impressão, a primeira reunião é meio caminho para o Cliente contratar o Freelancer. Muitos clientes escolhem o Freelancer para o seu projecto com base na primeira reunião, se a primeira impressão for má, este irá procurar alguém que lhe dê uma primeira impressão boa aliada a um bom portfólio.</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom começo é ter um <a href="../5-dicas-para-a-criacao-de-um-bom-portfolio-online/" target="_blank">Website Portfólio</a> com visual atractivo e que contenha toda a informação necessária para o pode contratar. Não esquecer a clareza da sua narrativa, terá que ser acessível tanto para o doutor ou para o talhante. É importante também a facilidade de navegação pelo site, importante referir novamente que o cliente deverá chegar as informações mais importantes (suas habilidades/capacidades, portfólio e contactos) em apenas 3 cliques.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span id="more-138"></span><br />
O Freelancer deverá estar completamente a vontade para falar com o cliente sobre o que este pretende, por exemplo, haverá clientes que lhe pedem para realizar um Website para a sua empresa sem saberem o que é necessário ou sem saberem como isso funciona, o Freelancer deverá estar a vontade para explicar de forma que o cliente no final da conversa fique com luzes sobre o que irá ser feito e de que forma isso o poderá ajudar. É importante também que seja o mais educado que saiba ser, ninguém quer contratar ninguém que responda a perguntas com “ya” ou “na boa meu!”. Responder com prontidão e alguma rapidez também mostra que o Freelancer está disponível para realizar o seu projecto no tempo pretendido.</p>
<p>Existem clientes que não sabem ao certo o tipo de perguntas fazer ao Freelancer, cabe ao Freelancer, com a sua experiência, perceber as preocupações do cliente e tentar responder mesmo que ele não questione. É importante manter o cliente actualizado sobre o processo do seu trabalho, ou no inicio de um projecto é importante mostrar ao cliente que irá fazer isso durante o processo pois irá dar segurança ao cliente de que irá acompanhar todo o trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Dar a sua opinião pessoal quando é apresentado o projecto, isto é, se acha que algo ficaria melhor de outra forma, dar essa opinião ao cliente. O cliente está com alguém mais experiente a falar com ele, irá certamente perceber que você está a vontade sobre o que fala e irá ouvir a sua opinião. O que mostra também a sua experiencia no ramo que está a trabalhar dando assim segurança ao cliente para confiar no seu bom gosto e no seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O Freelancer aquando a primeira questão sobre o orçamento, deverá ter atenção e apresentar um orçamento detalhado, com todas as informações sobre o processo de desenvolvimento e o valor para cada detalhe. Isso irá mostrar ao cliente que o Freelancer está a vontade sobre o que está a falar e não tem qualquer dúvida nos custos e valores sobre o seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma última dica é mostrar interesse pelo seu trabalho, pela sua profissão. Mostrar que o seu trabalho é a sua paixão, que luta por aquilo que gosta de fazer e que o faz com gosto e paixão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E vocês, o que acham importante para uma boa primeira impressão para os clientes?</p>
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		<title>Amigos Virtuais. Importantes ou não?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 09:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaMartelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontrar Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[amizade online]]></category>
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		<description><![CDATA[
Para os Freelancers, os chamados amigos virtuais, ou aqueles que conhecemos através da Internet, são tão, ou mais, importantes que os amigos reais que andaram na escola connosco.
Eles fazem parte da nossa rede social, eles conhecem os nossos projectos, as nossas ambições e tenho a certeza que muitos deles ajudarão em tudo o que puderem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="FriendShip" src="http://www.serfreelancer.com/imagens/friendship.jpg" alt="" width="400" height="319" /></p>
<p>Para os Freelancers, os chamados amigos virtuais, ou aqueles que conhecemos através da Internet, são tão, ou mais, importantes que os amigos reais que andaram na escola connosco.<br />
Eles fazem parte da nossa rede social, eles conhecem os nossos projectos, as nossas ambições e tenho a certeza que muitos deles ajudarão em tudo o que puderem. Outra das vantagens é que o Freelancer tem tendência a fazer amizade com pessoas da mesma área, e aí pode-se tirar dúvidas, travar conhecimentos e até pedir opiniões mais críticas.</p>
<p><span id="more-124"></span></p>
<p>Para Freelancers que vivem em cidades/aldeias pequenas é muito difícil encontrar outros freelancers, ou entusiastas, da mesma área para travar conhecimentos. Assim, a Internet ajuda bastante. Imagine, pode contactar com pessoas tanto da mesma cidade, como do mesmo país, ou fora do país.<br />
A possibilidade de contactar com pessoas de outras zonas geográficas é óptimo, porque nem sempre o que estamos habituados a fazer é o mais correcto. Há “modas” que podem ainda não ter chegado a nossa realidade (isto falando mais para designers). Há sempre a possibilidade de ver o que se faz nos outros países e tentar inovar neste país, mostrando alguma novidade ao cliente para o cliente ficar deslumbrado. É apenas uma das mais valias de contactar com pessoas de outras realidades, outros países, outras culturas.</p>
<p>Uma outra vantagem, são as ligações que advêm daí. Poderá vir muitos trabalhos, pode não ser dos amigos directamente, mas os amigos online, referenciam o seu trabalho para outros amigos, e assim sucessivamente, e gera uma grande rede de contactos que pode resultar em muitos trabalhos.</p>
<p>Um grande erro é construir amizades com segundas intenções, ou seja, construir amizades com grandes nomes do freelancing apenas com ideias de questionar, pedir opiniões, etc. Isso poderá ser um erro enorme, pois se o freelancer está com trabalho este não tem tempo para estar constantemente a responder a inquéritos. Outro erro é não dar atenção a outros freelancers menos experientes, para não perder o seu tempo, imagine que hoje é um freelancer menos experiente mas no mês que vem pode ser um grande nome e quem ficará a perder? Não será ele certamente.</p>
<p>E para vocês?<br />
Acham que as amizades virtuais fazem falta?<br />
Preferem amizades reais às virtuais?</p>
<p>Dêem a vossa opinião.</p>
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		<title>A Comunicação com os Clientes</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaMartelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciar-se]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[iniciar-se como freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[portfolio]]></category>

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		<description><![CDATA[Um trabalhador freelancer depende apenas de si para mostrar o seu trabalho ao mundo. Cada freelancer tem de saber destacar o seu produto para captar clientes e ir ganhando assim alguma publicidade «boca-a-boca» que nos dias de hoje, é ainda bastante eficaz.
Sendo assim, vou enumerar 5 pontos que considero essenciais para um freelancer comunicar bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um trabalhador freelancer depende apenas de si para mostrar o seu trabalho ao mundo. Cada freelancer tem de saber destacar o seu produto para captar clientes e ir ganhando assim alguma publicidade «boca-a-boca» que nos dias de hoje, é ainda bastante eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, vou enumerar 5 pontos que considero essenciais para um freelancer comunicar bem com o seu cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1 style="text-align: justify;">1.  Um WebSite/Um Blog</h1>
<p style="text-align: justify;">Um website e/ou um blog é sem dúvida o ponto base e para muitos o ponto de partida no que toca a apresentar-se ao mundo. Na minha opinião, um freelancer deve ter online um site (nomedofreelancer.com) e um blog à parte (blog.nomedofreelancer.com). O site deve ser usado para apresentar o portfolio, os serviços, uma apresentação e os contactos, enquanto o blog desempenha uma área mais «pessoal» onde cada freelancer tenta mostrar os seus interesses e o que faz na sua vida quotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span id="more-128"></span></p>
<h1 style="text-align: justify;">2.  Um Portfólio, Actualizado</h1>
<p style="text-align: justify;">No caso de ser trabalhador independente (freelancer) deverá preocupar-se em construir e em manter actualizado um portfolio. Isto, porque enquanto numa empresa não teria de se preocupar em mostrar o seu trabalho, mas sim o de todos, neste caso terá de mostrar ao cliente motivos para que ele o escolha a si e não outro para o realizar o trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Deverá ainda manter o seu portfolio actualizado com os mais recentes trabalhos, ou então optar por colocar apenas os que considera melhor elaborados.</p>
<h1 style="text-align: justify;">3.  Contactos à Distância de Poucos Cliques</h1>
<p style="text-align: justify;">Depois de se ter apresentado e de ter mostrado os seus trabalhos, está na altura de dar indicações aos clientes de como entrar em contacto consigo. Por isso, é essencial apresentar os seus contactos em qualquer suporte, e em qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderá optar por colocar o seu email e telefone na maioria dos locais, e guardar uma página para colocar todos os endereços, ou então colocar todas as moradas, telefones e emails em todos os locais em que apresenta o seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Após optar por qualquer uma das maneiras é essencial colocar sempre o seu endereço de email, e número de telefone. Lembre-se que o contacto telefónico/pessoal dá sempre mais credibilidade do que uma troca de emails. Poderá ainda colocar endereços alternativos, como morada, skype, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1 style="text-align: justify;">4.  Ponto da Situação</h1>
<p style="text-align: justify;">Após ter sido escolhido para realizar o trabalho, muitos clientes gostam de saber em que «ponto da situação» vai a sua encomenda. Neste caso, é importante dizer ao seu cliente que dará actualizações com uma periodicidade definida, para não acabar a enviar emails e «preview’s» de 5 em 5 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, recomendo que estabeleça com o seu cliente, um período do dia em que envie o ponto de situação. Por exemplo, poderá enviar todos os dias às 20horas uma «preview» do trabalho até ao momento, ou em trabalhos mais longos, todas as Segundas-Feira, às 20horas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1 style="text-align: justify;">5.  O Feedback</h1>
<p style="text-align: justify;">Por fim, após concluído o trabalho deverá procurar obter algum feedback da parte do seu cliente. Poderá ainda usar esse feedback para aumentar o seu portfólio, ou para construir um livro de visitas ou recomendações.</p>
<p style="text-align: justify;">O feedback é sempre importante, principalmente em trabalhadores freelancers.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Este artigo foi escrito por: </span></p>
<p><strong>Miguel Dias</strong>, Estudante do Ensino Secundário. Ambiciona no futuro ser jornalista e pode ser encontrado na Internet em <a href="http://twitter.com/miguelfvdias" target="_blank">twitter.com/miguelfvdias</a> ou em <a href="http://jovemjornalista.com" target="_blank">jovemjornalista.com</a>.</p>
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